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FEV
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Traição, sem ser traição

Escrito por
(1 textos escritos)

21 anos. Fotógrafa, escritora, professora, mãe e esposa. Com tantos afazeres, ainda há tempo para se dedicar ao futuro? Sim, agora estudando para ser jornalista. Escrever contos, é uma paixão. Música, cinema e teatro, são hobbies. Escrever é uma arte.

Essa história se passou há algum tempo. Mais ou menos uns dois anos. Eu tinha vinte anos e só havia tido um homem em minha vida. Depois de um rompimento forçado, fui obrigada a sair do campo e ir morar na cidade. Estava fazendo faculdade e dividia uma casinha com uma amiga. Havia na casa ao lado, um grupo de rapazes, que eram o tipo que toda mulher deseja (aquele tipo que não serve pra casar). Minha amiga que era muito simpática e extrovertida, foi a primeira a manter contato com a casa de Marte (era assim que apelidamos uma casa cheia de homens). Em domingo de futebol, aquilo ficava quente. Uma espécie de harém. Vez ou outra aparecia alguma namorada, mas mulher não era permitido ali.

Uma vez Vanessa, minha amiga, inventou de pedir que um dos meninos acendesse a churrasqueira para ela. Estávamos tomando sol no quintal e ela inventou um churrasco. Gustavo (Um moreno exótico, daqueles musculosos e com cara de gangster) se ofereceu para ajudar. Não era ele quem Vanessa tinha em mente, ela queria atrair um dos outros.

-Preciso da sua ajuda. – Essa confissão foi o que me deixou aflita. – Quero o Tião. Dá um jeito de sumir com o Gustavo?
-Como? – Fechei o livro que estava lendo e a observei por baixo dos óculos.
-Ora, não sei. – Ela sacudiu as mãos nervosa. – Leva ele pro seu quarto, pro telhado. Dá pra ele e o mantém ocupado, que dou um jeito de atrair o outro.
- E se vier outro amigo e não o que você quer?
- Aí você faz a festa.
- Passo a vez. – Me levantei da esteira de palha em que estava acomodada e passei por ela. – Dá você pro homem, assim, você chama a atenção do amigo dele.

Minha boca grande! Vanessa nunca foi de deixar passar um cara de quem estava afim, de modo que foi para dentro de casa e pegou um vestido para mim.

- Vista isso e vai comprar cerveja.
- Pra que?
- Vamos fazer festa.
- Mas eu…
- Esqueça isso de uma vez. – Ela pegou meu livro e jogou sobre a mesa. – Vamos, você tem que partir para outra e eu preciso fazer sexo. Estou há dois meses a fio.
- Nossa, que eternidade. – Vesti o que ela mandou e peguei as chaves do carro. – Tá, mas o que eu faço?
- Deixa que eu faço.

Ela se afastou e deu algumas palavrinhas com Gustavo. Logo ele se aproximou da cerca, falou com um dos meninos e voltou. Fomos para o carro calados, ele com um sorriso no rosto.

- Eu dirijo. – Ele tomou as chaves da minha mão e foi para a frente do volante.

Fiquei calada. Era do tipo da roça e não costumava falar muito com homens estranhos. Fui com Gustavo pela rua e mais a frente, ele embicou em um terreno baldio.

- O que está fazendo?
- Sua amiga me disse que você estava querendo me conhecer melhor.
- Ela me paga. – Fiquei vermelha. O homem me puxou pela cintura e me jogou pra cima de seu colo. – O que está…
- Fica tranqüila. Se não gostar, paramos.

Ele me sentou em seu colo, de frente para o volante e enfiou a mão por baixo do meu vestido, puxou os laços do meu biquíni e começou a me bolinar. Eu fiquei sem reação. Sabia o que fazer, mas o modo como ele estava me tocando, me deixou travada. Enquanto ele enfiava os dedos dentro da minha xoxota, tudo que pude fazer foi gemer. O homem abriu as calças e tirou o pau que já estava duro e latejando contra minha bunda.

- Olha como você me deixa. – Ele roçou a cabecinha na entrada da minha bucetinha e começou a enfiar devagar. – Senta.

Sentei.

- Rebola.

Rebolei.

- Assim. – Ele me segurou pela cintura e me fez afundar naquela pica enorme. Eu gritei dentro daquele carro e fiquei mais molhada. – Fode assim… isso mesmo… gostosa.

Fiquei ainda mais excitada enquanto ele falava. Ele tirou da minha buceta e começou a forçar no meu cú. Ai que tesão ordinário. Já havia feito aquilo várias vezes, não precisou daquela delicadeza toda. O homem cravou na minha bunda e enfiou o pau em mim. Minhas pernas me ajudavam a subir e descer naquele mastro, enquanto ele dava tapinhas e me segurava pela cintura. Meus peitos estavam espremidos contra o volante e mais de uma vez, a buzina foi acionada.

- Que cú apertado. – Ele deitou um pouco a cadeira e me jogou sobre seu corpo. – Continua assim garota. Ah que foda!

Aquele caralho atravessava minha carne e enfiava fundo e eu gritava. Em meio a essa loucura, meu celular tocou desesperado e eu nem liguei. Tava com aquele pau cravado no rabo e não queria saber de mais nada. Ele me fudeu o cú todinho aquela tarde. Gustavo arremeteu mais umas três vezes e me segurou contra sua pica, largando sua porra dentro de mim. Meu celular continuava tocando e aquela música nunca me pareceu tão irritante. Olhei no visor e o número era de casa. Atendi, pensando que era Vanessa pedindo para trazer qualquer coisa do tipo… camisinha.

- Pronto.
- Volta correndo. – Ela falou baixinho. – Espero que você não tenha feito nada.
- Por quê?
- Seu namorado chegou aqui, faz uns dez minutos.
- Meu o que? – Saí de cima do homem e amarrei o laço do meu biquíni. – Eu não tenho namorado.
- Aquele peão com quem você ficava. – Ela falou baixo. – Ele me pegou no flagra.
- Ah droga! O que você disse?
- Disse que você havia saído para comprar cerveja. Só não disse que estava acompanhada.
- Tá. Vou ao mercado e volto em quinze minutos.
- Tudo bem. Vou tentar segurar a fera.
- Cuidado com o modo em que vai segurá-lo. – Desliguei o telefone e ajeitei a roupa. – Vamos logo, tenho assuntos a resolver.
- Brabinha você. – Ele zombou. – Mas vamos assim? Você nem me deu um beijo.
- No momento não dá.

Ele saiu do terreno e fomos ao mercado. A fila estava enorme e eu nervosa. Eu nunca namorei o Gabriel, mas em compensação, ele foi o meu primeiro e único homem, desde que eu tinha quinze anos. Quando chegou a minha vez, paguei tudo e corri pra casa. A pick-up estava lá. Meu coração disparou. A imagem de traição havia me pego de jeito. Senti-me como a pior mulher do mundo. Gustavo e eu entramos, carregando fardos de cerveja. Sebastião estava com mais dois amigos na casa e Vanessa tentava segurar as pontas com o peão enfezado dentro de casa. Quando entrei e meus olhos bateram nele, fiquei sem reação. Deus do céu, parecia que o tempo que ficamos afastados, deixou o homem mais bonito e gostoso.

- Ga… bri… el? – Foi difícil pronunciar o nome dele de uma vez.
- Onde você estava? – Vanessa saiu de fininho.
- Estava comprando cerveja. – Esqueci totalmente do Gustavo e seu mastro enorme. – O que faz aqui?
- Estava com saudade de você, cabrita. – Ele me puxou pro laço daqueles braços enormes. – Tirei uma folguinha e resolvi vir te buscar.
- Buscar pra que?
- Pra passar uns dias na fazenda.
- Mas… Eu ainda tenho provas e…
- Cerveja Gabriel? – Vanessa veio com duas latinhas da cozinha. – Peguei as mais geladas.
- Vanessa, eu vou conversar com o Gabriel no quarto. Tem como você ficar lá fora e manter seus convidados por lá?
- Claro amiga. Pode deixar.

Gabriel me jogou no ombro e foi pro quarto. A cama que eu dividia com Vanessa era enorme e ele não teve pena, me atirou sobre ela.

- Espera. – Levantei correndo. – Eu estava tomando sol e estou suada.
- É assim que eu gosto.
- Espera. – Tirei as mãos dele de cima de mim e me afastei. – Vou tomar um banho e vestir uma coisa especial pra você.
- Vai demorar?
- Nadinha.

Abri o armário, peguei algumas coisas e corri para o banheiro. Tomei um banho com esponja e tirei os rastros de Gustavo do meu corpo. Quando saí, me vesti e coloquei um robe por cima. Gabriel estava largado no meio da cama, sem as botas, sem a camisa, só de calça jeans e com cinto de couro.

- Abre. – Ele ergueu a mão e apontou para o robe, abri e o deixei no chão. Gabriel ergueu um pouco o corpo e me olhou dos pés a cabeça. – Nossa mãe! Mulher, não sabe como senti falta.

Eu estava vestida só com uma calcinha preta e botas de couro até o joelho, ainda peguei o chapéu dele sobre a mesa e coloquei na cabeça. Quando me aproximei da cama, Gabriel me puxou e me jogou sobre o colchão. Fiquei excitada, só com o modo decidido que ele me segurava. A mão dele logo segurou meus seios e com a boca, ele explorou a pele sensível dos meus mamilos. A mão dele foi parar embaixo da minha calcinha e os dedos fizeram à festa.

- Ah cabrita, você continua quente e gostosa. Não seja ruim não, dá pra mim.
- Dou sim meu peão. – Puxei o cinto dele para fora da calça e a abri. – Também senti sua falta. Não quero saber de outra coisa agora.

Gabriel nem tirou a calça, puxou minha calcinha pro lado e enfiou a vara em mim. Meus olhos arderam e eu gritei. Minhas pernas se fecharam em torno dele e meus pés se prenderam em suas costas. Ele enfiou mais fundo e mais fundo… A boca dele chupava e mordia meus peitos, as mãos seguravam as minhas acima da cabeça. Ele continuava entrando e saindo de mim, com a pica molhada. Ele enterrou mais fundo e cada vez mais eu sentia bater no útero. Doía um pouco, mas era uma dor tão prazerosa, que me fazia gritar cada vez mais. Logo meu corpo se arrepiou, ele aumentou o ritmo e eu comecei a me contrair, a sugá-lo para dentro de mim, até que não suportei e gozei no pau dele. Ele me agarrou pela cintura, virou o corpo e deitou, me jogando para cima de si, com velocidade incrível.

- Cavalga nessa pica amor. – Foi minha vez de satisfazer o meu cow-boy. Me apoiei nas pernas e comecei a quicar sobre o corpo dele, com o pau dele enfiado em mim. – Assim princesa assim… Ah… vou gozar!

Ele me segurou pela cintura e me puxou pra baixo com pressão, me arrancando um último grito. Senti aquela porra quente me banhando o útero e caí sobre o corpo dele. Ele me segurou mais uma vez e me jogou pra cama, indo parar sobre mim.

- Tenho uma proposta pra te fazer.
- Faça. – Prendi os dedos atrás do pescoço dele e o beijei. – O que quer?
- Quero você. – Ele deslizou a mão para a minha bunda e segurou-se ali com força. – Quero você só pra mim.
- Hum? – Fiquei tão surpresa que acabei engasgando. – O que quer dizer?
- Quero me casar com você. – Ele me olhou dentro dos olhos. – Sei o que fez hoje com aquele homem com quem saiu.
- Sabe? – Fiquei vermelha. – Eu…
- Passou. – Ele me beijou. – Quando sua amiga ficou nervosa e começou a te ligar freneticamente, logo imaginei. Sua cara te condenou quando chegou.
- Eu não tinha essa intenção… aconteceu.
- Nunca assumimos nada. – Ele me beijou. – Não precisa me dar satisfação sobre o que fez no passado. Agora, eu quero você só pra mim.
- O que? Por quê?
- Porque eu te amo. – Ele tirou a mão da minha bunda e me acariciou no rosto. – Cinco anos e nunca tive coragem de admitir. Agora, quero você só pra mim. A menos, que esteja apaixonada por outro, ou não esteja preparada.
- Claro que estou… preparada, eu quis dizer. – Nunca fiquei tão feliz em minha vida. – Eu também te amo cow-boy. Também quero me casar com você.
- Ótimo. – Ele levantou e pegou uma caixinha com uma aliança dourada dentro. – Pensei em esperar mais um pouco, mas não deu. Você aceita meu pedido?
- Claro que aceito. – Ele colocou a aliança no meu dedo e a beijou.
- Então, na próxima semana nós voltamos pra casa.
- Por quê?
- Deixei tudo pronto lá. Só falta a noiva.
- Meus pais…
- Eles sabem que estamos juntos há muito tempo. Só você que não percebeu.
- Você não tinha uma namorada?
- Foi só um flerte. – Ele me beijou. – Não quero nunca mais outra mulher. Só você, minha cowgirl.
- Fala de novo.
- O que?
- Que me ama. – Enfiei a mão com a aliança dentro da calça dele e comecei a bombeá-lo. – Diz de novo.
- Eu te amo. – Ele me beijou. – Desculpe por ter zombado de você, quando me confessou que também me amava.
- Não há importância agora. – Ele lembrou de me tirar a calcinha e as calças e voltou para a cama comigo. – Eu também te amo e o que passou, passou.

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2 Orgasmos para este Conto...

  1. nuno

    Num belo dia minha cunhada pediu me para passar por casa dela, tinha reparado que avia humidade na cozinha.
    Eu faço manutenções em prédios e habitações.
    Eu entrei ela estava de pijama e um robe eu nem liguei, fui directamente a cozinha ver a fuga,
    Foi coisa de meia hora.
    Acabei o trabalho ela apareceu toda cheirosa só com o robe e cabelo húmido, fiquei sem jeito ao ver aquelas pernas e os seus seios gostosos, ela foi mãe a 7 meses ainda da leite.
    Perguntou me qual foi o problema da humidade e ofereceu me um café, eu estava muito excitado devido ao seu cheiro e estava smi nua.
    Tomamos o café ela ao passar por mim eu não resisti, puxei-a para o meu colo ela abriu as pernas e encaixou no meu quadril.
    Não resistiu estava mos a soltar as hormonas pelo ar.
    Beijámos como uns loucos naquele amasso, lambi o pescoço estava doce como mel, desci aos peitos gostosos que deitava leite, mamei como um bebe. Enquanto mamava levei-a para o quarto
    Quanto ela mais gemia mais tesão eu tinha, chupei a barriga descendo a sua ratinha, limpinha sem um pelo que rica mama.
    Mamei aquela ratinha como se fosse o meu último dia de vida, fiz aquela mulher gritar de prazer, tive que a limpar duas vezes devido aos jarros de urina que deixava fugir.
    Ela nunca tinha feito sexo oral sem preservativo, ela olhou viu meu membro cheio de veias enorme, com algum receio começou a lamber e foi chupando a cabeça do membro que devia de ter mais de vinte cm.
    Tive o meu primeiro orgasmo nas suas mãos, pequenas, deitei-a na berma da cama puxando as pernas para cima, comecei a chupar a ratinha, lambi aquele rabo empinado que me dava uma tesão.
    Pedi para comer aquele rabo, ela tinha medo devido ao tamanho do membro e que era a primeira vez, ma prometeu me que ficava para sobremesa.
    Ela estava rosada de tanto chupar já implorava para a penetrar, comecei a enfiar devagarinho, quanto mais gemia mais duro ficava.
    Enterrei ate o útero senti a bater no fundo, tivemos toda a manha, foi de toda a maneira que avia para fazer amor, hora da sobremesa.
    Lambi aquele rabo, enfiei a língua, lubrifiquei.
    Ela de quatro cheia de medo, meu membro enorme ate eu estava admirado, o normal era 18cm estava duro e maior.
    Apontei fui forçando, ela tinha dilatação, ela pedia eu parava, quando enfiei tudo ficamos deitados ate o rabo se adaptar, ela deitada com o meu pénis no rabo a latejar gemendo baixinho foi o melhor rabo que desfruí, ela subiu para cima de mim enfiou aquele pénis duro no rabo, começou a cavalgar agarrei aqueles seios foi uma loucura. BEIJOS…
    Dedico este conto a todas as mulheres.
    altoesta@gmail.com

  2. Roberto

    Genial, muito excitante

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