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FEV
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Uma festa liberal

Escrito por
(22 textos escritos)

Sempre buscando atingir os leitores com seus textos, H. escreve e excita pessoas há anos. Tem 27 anos e além de escrever, também trabalha com Internet, gosta de rock, jogos, motocicletas, cerveja, tequila, e de toda a indústria pornográfica!

No mundo de hoje, as pessoas continuam conservadoras no sexo. Enquanto a sociedade dita o que é tabu ou não, algumas pessoas tendem a ter mais curiosidade que as outras e acabam experimentando algo que para a cabeça da maioria, seria “intragável”. Essas pessoas que começam curiosas geralmente gostam do que fazem e mantém o hábito, conservando suas imagens em segredo. Uma roda não tão popular e bem seleta.

Esse conto fala sobre um casal dessas pessoas. Eles resolveram esquecer os tabus da sociedade e experimentar o que tinham vontade de fazer.

Era um final de semana comum como qualquer outro. John e Rafaela estavam em casa, se arrumando para sair. Em suas faces, haviam expressões um pouco nervosas, radiando uma ansiedade excitante. Depois de muito tempo conversando sobre o assunto, eles resolveram que queriam ir em alguma festa liberal, ver e quem sabe fazer um pouco de swing. Nessas conversas, a ideia de fazer swing era alavancada principalmente pela vontade deles de fazer um ménage. Rafaela adorava homens, mas gostava também de meninas e queria juntar os dois lados numa mesma experiência. A ideia disto a deixava louca, assim como John achava aquilo maravilhoso. Na falta de conhecer pessoas que pensavam da mesma maneira que eles e que tivessem esse mesmo desejo, resolveram tentar algo mais casual.

Rafaela vestiu um shorts muito curto, na altura acima da coxa, uma blusa preta, folgada e confortavel, calçou um salto. Suas longas e bonitas pernas se mostravam apetitosas. John ficou no básico e foi com uma calça jeans preta, camisa branca e um tênis. Os dois estavam prontos para ir, psicologicamente e fisicamente. Entraram no carro e dirigiram até a festa, que ocorria todo final de semana numa conhecida casa de swing da cidade.

Chegando lá por volta da meia-noite e meia, notaram que ja havia uma grande movimentacao de carros na entrada, o que os surpreendeu: afinal, tinha muita gente que pensava que nem eles, e ficaram empolgados com a maior possibilidade de seus desejos se realizarem. Estacionaram e desceram, ficando então na fila por algum tempo, atrás de três homens (um deles era estrangeiro) que pareciam bem emolgados também.

E então entraram na festa…

A casa era grande, com um palco onde na parte de trás, alinhado no centro, estava o DJ tocando músicas eletrônicas no estilo House/Trance. A esquerda do palco, estava um homem musculoso dançando, enquanto que na direita estava uma mulher gostosíssima dançando tambem, ambos com pouca roupa, mas não completamente nús, porém seus olhares provocantes, para todos os lados, atiçavam as pessoas por si só. No outro canto do ambiente, havia o bar com um extenso balcão, uma parede cheia de bebidas e barras de ferro que iam do teto até o balcao, para as pessoas subirem e dançarem como quiserem. Havia também alguns espaços com lugares para se sentar, acolchoados e com uma mesinha a frente para colocar as bebidas e assistir o show dos strippers e das pessoas no ambiente.

Por ser grande, o local não estava muito cheio, o que nosso casal da história gostou. Andaram um pouco, conversaram e observavam as outras pessoas, que deviam ser tão safados quanto eles… John já tinha ouvido falar de como eram essas casas e procurou pela entrada do lugar safado… Ele e Rafaela entraram e tudo ficou muito escuro, a música ficou abafada, ao longe, enquanto se aventuravam por dentro do “labirinto”. Depois de algumas intersecções e casais passando para lá e para cá, eles chegaram em uma sala onde havia um grande painel cheio de furos bem pequenos que davam uma visão limitada de uma sala interior, grande e com uma espécie de esteira. Dentro, havia um casal exibicionista…

Com a visão bem limitada do interior, a imaginação tinha que complementar também. Não era possível ver claramente quem estava lá dentro mas dava pra perceber o que estavam fazendo. A mulher, toda nua, chupava o seu parceiro com gosto, para o deleite de todos os que estavam ali vendo. Depois deitou-se e abriu as pernas para ser metida. Conseguia-se ouvir os gemidos abafados do prazer dela, sendo possuída na frente dos voyeurs…

Do lado da sala haviam outros quartos, fechados, para um prazer com mais privacidade, porém estavam vazios. John e Rafaela continuaram a percorrer o labirinto, quando deram em outra sala, agora grande e completamente aberta, com uma espécie de palco no meio, acolchoado como uma cama gigante com lençóis vermelhos. Nas laterais da sala, haviam lugares para as pessoas sentarem e apreciarem os atos, mas por alguma razão (talvez o horário), a sala ainda continuava sozinha.

Mais a dentro, havia outro espaço aberto, com luzes esverdiadas e fracas, com vários cantos. E nestes cantos se encontravam casais se pegando apaixonadamente, forte, em meio a beijos e línguas, mas nada ainda explícito. A cada pessoa ou casal que entrava, os outros paravam um pouco e analisavam de cima a baixo… Também estavam loucos de tesão.

Voltando a sala anterior, com o acolchoado vermelho, eles de repente começaram a ouvir gemidos safados e muito altos vindo de uma outra entrada, que dava em um pequeno corredor coberto com cortinas e deixando o interior bem escuro. Entraram para ver uma acao mais explicita e crua, que parecia estar rolando lá, mas a escuridão mais uma vez limitou suas visões. O que puderam ver foram dois casais se pegando loucamente, cheios de tesão, mas no escuro. Perceberam que em um dos casais, o homem estava em pé, com as calças e cueca abaixadas, com o pau bem a mostra, com a garota chupando-o e lambendo toda a base e cabeça, com os seios de fora, sendo, às vezes, acariciado pela outra garota, que estava de quatro, descoberta totalmente da cintura pra baixo, e sendo comida pelo outro homem, bem forte e rápido. Eram dela os gemidos altos e excitantes que os dois haviam ouvido antes e que agora ouviam bem de perto, os excitando muito. Ela continuou gemendo muito enquanto a outra chupava o outro… Seus rosto suavam e expressavam um prazer imenso. Num grito mais eufórico da mulher, percebeu-se (mas sem muita certeza) que ela havia tido um orgasmo forte e excitante, mas logo os 4 pararam, se vestiram e sentaram descansando…

- Já acabou?! – Rafaela cochichou no ouvido de John, que concordou com a mesma tristeza que ela. Os dois queriam mais, muito mais.

Levantaram-se e vendo que não encontrariam algo muito mais explícito naquela área, voltaram para o bar e a música. Beberam um pouco e ficaram observando os casais e suas mulheres. Ambos estavam desejando uma mulher no meio deles, e o homem teria de vir junto por convenção…

Foi quando Rafaela avistou um casal jovem, que haviam visto antes no labirinto e que estavam com a mesma expressão que os dois: tesão e curiosidade. Como tudo era novo para os dois, “chegar” neles era algo muito mais dificil do que abordar uma pessoa só, do sexo oposto, em outros tipos de festa. Rafaela tomou a iniciativa e aproveitou a oportunidade de que a mulher havia saído e foi falar com o homem. John foi logo em seguida, mas ficou só observando enquanto os dois conversavam algo que ele não conseguia entender, devido à música alta. Rafaela descobriu que eles realmente eram um casal de curiosos e marinheiros de primeira viagem, que o nome dele era Marcelo e que na verdade a mulher era apenas uma amiga dele e se chamava Jéssica.

Quando Jéssica voltou, todos se cumprimentaram e apresentaram-se “oficialmente”. Conversaram sobre como aquele lugar era novo, excitante, maluco. Rafaela pediu a John que buscasse uma bebida para ela, e quando voltou teve uma deliciosa surpresa: Lá estava as duas se beijando fortemente, no meio da pista. Pessoas olhavam ao redor com cara de aprovação… Tanto John quanto Marcelo também estavam com sorrisos estampados em seus rostos. As mãos de Rafaela e Jéssica passavam pelo corpo, cintura e bunda uma da outra. Um agarro que durou uns 10 minutos, o suficiente para acender a chama de todos.

E quando pararam para respirar, Rafaela pegou a bebida e a bebeu rapidamente, enquanto contava de como aquilo era incrível (e como era bom que a Jéssica fosse bisexual!), para John. Jéssica havia ido ao banheiro. Quando voltou, pegou a mão de Rafaela e perguntou se não queriam entrar no labirinto. John concordou instantâneamente, Rafaela tomou o resto da bebida de uma vez, deixou no balcão e os quatro seguiram em direção ao labirinto. Juntos, cada casal com as mãos dadas.

Naturalmente, foram passando pelas salas até chegarem na maior sala aberta, com o acolchoado vermelho. Rafaela se sentou bem no meio e John sussurrou no ouvido de Jéssica para pegá-la de jeito. Jéssica já foi pra cima, beijando e pegando nos seios de Rafaela… Uma abaixou um pouco a blusa da outra, deixando todos os seios a mostra. John e Marcelo apreciavam aquela cena com os olhos praticamente arregalados e seus paus excitados, duros como rocha dentro da roupa. John, bem sorrateiro, em um momento entrou no meio das duas e propôs um beijo a três, que foi bem aceito pelas duas. Ficaram beijando e passando a língua um no outro, os três.

Depois do beijo, Rafaela deitou e abriu as pernas, Jéssica deitou por cima, continuaram se pegando e beijando. As pessoas em volta comecaram a reparar naquela cena: todo mundo parecia estar esperando aquilo…

- Chupa ela até gozar agora – Sussurrou novamente John no ouvido de Jéssica.

Jéssica então tirou o short curto e a calcinha de Rafaela, colocando ao lado. Depois abaixou e caiu de boca. Marcelo ficou atrás de Jéssica, acariciando-a, passando a mão nela e nas pernas levantadas e abertas de Rafaela, que por sua vez estava com John sentado ao lado de sua cabeça, tirando a calça. Chupou John um pouco, enquanto era chupada na xaninha por Jéssica. Não faltavam gemidos nessa hora, o que despertou ainda mais as pessoas e começaram a surgir mais gente na sala. Agora com os olhos fechados e sem conseguir fazer muita coisa, de tanta excitação, Rafaela deixava-se ser chupada por Jéssica, que melava sua boca toda no líquido safado que não parava de sair da bucetinha que estava chupando… Chupou forte e rápido, do jeito que uma mulher gosta e sabe fazer, até Rafaela sentir um tesão subindo pelo seu corpo, fazendo-a ter um orgasmo de tremer as pernas… Jéssica, percebendo isso, se levanta com uma cara safada e satisfeita, de quem fez um bom serviço. Mas ela queria mais…

Trocaram de posição. Rafaela deitou Jéssica e tirou sua calcinha, não aguentava mais esperar de tanto desejo. Segurou as coxas de Jéssica, colocando as pernas para trás de maneira que a bucetinha ficasse bem aberta e para cima… Naquela posição, Rafaela abriu a bucetinha com as duas mãos, deixando o clitóris durinho. Chupo com vontade enquanto enfiava dois dedos. Fazendo isso de quatro e toda descoberta da cintura pra baixo. Marcelo agora ficou do lado da cabeça de Jéssica, acariciando-a, se masturbando e pegando em seus seios. John agora estava por de trás de Rafaela, chupando aquela bucetinha que ainda estava muito molhada e escorrendo devido ao orgasmo excitante que tivera. Ela tinha pensado bastante numa cena dessas: chupando uma mulher bem molhada, sentir aquele gosto enquanto era chupada pelo namorado. John chupava-a bem gostoso, passando a língua no clitóris, nos lábios vaginais e no cuzinho. Aquilo deixava-a maluca de tesão, fazia ela chupar Jessica com mais gosto e entusiasmo…

Com aquela bunda empinada, com a bucetinha amostra e toda molhada, John não resistiu, ele queria mais. Tirou completamente sua calça e cueca, roçou seu pau na bunda de Rafaela, que ao sentir isso empinou a bunda até mais um pouco, como se estivesse convidando-o a metê-la vorazmente, mas não falava nada pois estava chupando Jéssica. Duro e com muito tesão, John penetrou Rafaela com tudo. Era o que mais Rafaela queria, chupar uma bucetinha enquanto a comiam… O que ela estava desejando a noite toda estava acontecendo naquele exato momento. John continuou a enfiar bem gostoso nela, agora mais rápido. Rafaela então ficou ofegante com isso e gemia abafado enquanto chupava Jéssica, que também gemia. John ia metendo e metendo, Jéssica olhava para frente e via-o metendo, excitando-se mais, louca pra gozar. Em volta, as pessoas já estavam praticamente salivando, outras já estavam também fodendo, impulsionados pela iniciativa safada e pública daqueles quatro. Os gemidos da sala já aumentavam e haviam muito mais do que 4, entre homens e mulheres, o cheiro de sexo e os sons excitantes se misturavam. E durante aquela safadeza toda, Jéssica não segurou por muito tempo e gozou muito na boquinha de Rafaela, que ficou também toda lambuzada, assim como Jéssica estivera antes. As duas se levantaram…

- Agora eu quero um pau também… – Pensou Jéssica.

Pegou em Marcelo e começou a beijá-lo, sedenta. Marcelo, que até então era apenas um amigo de Jéssica (mas na verdade estava com muita vontade de comê-la e ficar com ela desde antes de entrar na festa…), gostou e os dois se agarraram forte. As duas se deitaram lado-a-lado, com a barriga pra cima e as pernas abertas, convidando os dois para penetrá-las… E foi o que os dois fizeram. Marcelo meteu em Jéssica e John continuou metendo em Rafaela.

Os dois metiam ritmados, suando tesão. Ao lado deles, um mulher de quatro, bem aberta e com a bunda bem empinada, sendo comida por um cara e gemendo bem alto, gritando, com todos na sala vendo todos os detalhes, como em um filme pornográfico. Atrás deles, estava um homem sentado e sua esposa sentando nele, enfiando seu pau em si, também gemendo. Do outro lado, um homem sentado ao lado, vendo aquilo e se masturbando, explícitamente, como voyeur. Um casal circulava a sala, a mulher na frente, com cara de safada, passando a mão em todos. Passava a mão nas pernas de Rafaela e Jéssica, nas coxas de John e Marcelo, nos peitos da mulher que estava dando de quatro, na cintura da que estava sentando no pau do namorado… Fazendo a festa com o tato.

Marcelo meteu, meteu, meteu… Gozou bem gostoso enquanto comia Jéssica, que ainda estava sedenta. A essa altura, Rafaela já havia tido outro orgasmo, enquanto John a comia. Levantaram um pouco e trocaram de posições. Jéssica chegou em John e falou: “Quero que você me coma”. Enquanto Marcelo e Rafaela se pegavam e beijavam, Jéssica abriu novamente as pernas e John começou a comê-la, cada vez mais rápido. Ela gemia e John continuava metendo sem parar e pegando em seus peitos. Enquanto Marcelo e Rafaela continuavam a se pegar, John gozou rápido comendo a bucetinha molhada de Jéssica. Apesar de que Rafaela estava muito satisfeita, Jéssica continuou sedenta por um pau, mesmo depois de ser comida pelos dois.

Resolveram parar um pouco, vestir as roupas e voltar para o bar. Na hora de vestir as roupas, um acidente… Alguém havia roubado a calcinha de Jéssica! Ela agora ia ter que andar de vestido, mas sem calcinha. Brincou: “Fácil acesso”, porém estava bem indignada com aquilo. Na saída, puderam perceber como as coisas mudaram. Agora todos alí estavam transando, para todo lado que olhavam. Quando estavam na saída da sala, pararam um pouco para olhar e perceberam que outros dois homens estavam no lugar deles, comendo suas mulheres de quatro, que gemiam com muito tesão. Havia de tudo, e tudo explícito, para todos verem, sem pudor. Se sentiram satisfeitos ao comentarem que de uma forma, acabaram por iniciar um processo em cadeia que gerou toda aquela safadeza sem fim. Então saíram da sala, do labirinto e voltaram para a area da pista e bar.

Estava mais vazio do que antes (mas é claro, todos estavam agora no labirinto, esfregando os corpos uns nos outros, matando as taras e fetiches, saciando o tesão, chupando, dando, gozando, lambendo, puxando, beijando, libidiando, encarando, olhando, se exibindo, enfiando, pressionando, tremendo, seduzindo, observando, tarando, trocando, oferecendo, tomando, …). Os dois casais se separaram, como se já tivessem se usado, se despediram. John e Rafaela sentaram a frente do palco, que nesta hora não tinha mais o casal de strippers, e relaxaram. Um pouco mais para o lado deles, havia dois homens sentados e uma menina, linda e tatuada, com a blusa abaixada pelo lado, se movimentando sensualmente, fazendo gestos safados e beijando, mostrando os seios… Para todo lugar que se olhava, o sexo não parava, todos gostavam e estavam ali para isso.

Resolveram sair, ir pra casa. No caminho olharam por acaso e perceberam que Jéssica já estava entrando no labirinto com outro cara. Ela realmente estava querendo muito mais pau, estava sedenta. Mas foi só o que viram, imaginaram que ela ainda tinha muito com o que se divertir e foram embora. Eram 4 da manhã, e a garoa no caminho pra casa deu uma sensação ainda mais gostosa nos dois.

Chegaram em casa, ambos pensando na experiência incrível que tiveram. Tiraram a roupa para deitar e quando deitaram, perceberam que ainda estavam excitados, pois eles acabaram se juntando às pessoas que tinham realmente a intenção de manter esse hábito devido a terem gostado muito… Transaram novamente, como um casal mais apaixonado ainda que antes. As taras e tabus condenados pela maioria das pessoas só fizeram bem pra eles, e fizeram muito bem. Gozaram muito e dormiram, juntos, agarradinhos no friozinho da madrugada…

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6 Orgasmos para este Conto...

  1. Carol

    Muitos orgasmos!

  2. fernando b

    quero conhecer a carol, adorei o conto
    carol este é meu email Fernandob.veiga@bol.com

  3. Savio Manoel

    Quero conhecer Jessica…mamar sua buceta…

  4. gostosa

    Ai eu sempre kis tet esperiencias assim ai cm eu keria a jessica pa
    Me chupa a noity td ke dise td dia td hora ela deve se mt gostosa a se eu te pego eu ia te xupa d mais gostosa ai q tesao

  5. ai q vontade d da meu cu

    Alguem ai q transa comigo so leabisca e to doida pa alguma gostosa me xupa ken kise comenta ai eu kero vontade de da o cu ai ja to td molhadinha agora o jeito e bate uma siririca ate alguem vim me xupa neh

  6. Leia Organa

    Mas gente :0
    Parabéns ao autor, que se mostrou muito detalhista! Eu sempre quis fazer um ménage à trois com meu namorado! E fiquei muito curiosa para conhecer um bar de swing! Vivamos a vida sem tabus, pessoal, mas sempre se lembrando do preservativo (;

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