Férias e alguns dias fora de casa, com a família, é algo que não costuma ser muito comum, mas acontece. Não que seja de todo ruim, mas meu íntimo às vezes me pega desprevenida e me maltrata. Meu corpo, sem um companheiro, me deixa louca. As vezes é difícil controlar, mas realmente sou louca por sexo. E nessas horas de solidão, quando me dou conta, devaneio sobre cenas e desejos safados, e felizmente desta vez, mesmo longe do meu local comum, pude viver um desses meus pensamentos de luxúria.
Começou assim, com ele me dizendo: “Vamos aproveitar esses últimos momentos fazendo o que gostamos…”
Então ele me abraçou e me beijou. Soltei meus cabelos longos e negros, me deixei levar pela sensação do beijo e de suas mãos firmes acariciando minhas costas. Não demorou muito para ele me beijar o pescoço, enquanto pegava mais firme ainda em minha bunda. Tirei sua camisa e ele em resposta tirou toda minha roupa, dizendo: “Quero logo você, rápido!” Quando acabou de tirar minha roupa, incluindo o sutiã e a calcinha, me jogou na cama de uma forma selvagem como eu gostava. Então lá estava eu, totalmente pelada, deitada na cama indefesa, com ele me devorando com os olhos e um olhar que misturava desejo e perversão. Enquanto olhava, ele tirava o resto de sua roupa, até ficar pelado. Aquela sensação, aquele olhar… Eu estava começando a perceber que ele tinha algo oculto na cabeça, alguma idéia safada que eu mal podia esperar pra ver. Tudo que conseguia pensar era ele em cima de mim na cama, pressionando o corpo sob o meu, me possuindo.
Inicio da Manhã – Sexo Oral até gozar gostoso, Cafe na Cama e conversa com torradas e geleia.
Durante a Manhã – Atividades de “banho de lingua” e brincadeiras pervertidas a seu gosto.
Final da Manhã – Descanso enquanto preparo o almoço ao seu gosto.
Início da Tarde – Almoço gostoso, cardapio de massas com Vinho para acompanhar, pudim de sobremesa, sexo e orgasmo.
Em um certo dia eu estava lendo alguns contos eróticos em uma comunidade do Orkut, quando me deparei com um conto bem interessante. O conto me fez lembrar de alguns momentos que tive com uma querida amiga minha, um dia bem gostoso em que nossos corpos se tocaram, suaram e se contorceram de prazer juntos. Durante a leitura do conto, eu mesmo não consegui resistir às lembranças juntas à narrativa do conto… Era noite e eu sozinho em casa, sentado na frente do computador, abaixei meu short, peguei em meu pau excitado com firmeza e comecei a fazer pressão…
Quando menos se esperava, Laura estava namorando. Havia o que? Três semanas? Pois é, Fabrício até que era um bom namorado. O único problema era que com toda a correria do dia-a-dia, os dois só conseguiam se ver uma ou duas vezes por semana, quando chegava o fim de semana. Para Laura principalmente, que trabalhava e estudava, além de gastar muito tempo se locomovendo na metrópole caótica que é São Paulo.
Por Laura…
Uma semana tinha se passado desde aquele sonho. Como já era de se esperar, a rotina não mudou muito, mesmo eu querendo… A inércia da rotina é algo bem difícil de superar, mudanças bruscas geralmente nunca acontecessem sem grandes sacrifícios, e como eu não gosto muito de sacrifícios… O sonho de uma semana atrás tinha me deixado atiçada, estava louquinha por prazer. Mas como a vida não é tão fácil assim como a gente espera, não aparecia ninguém legal para transar comigo… Queria um namorado bem gostoso pra ficar comigo o sábado todo transando e trocando carícias.
Era mais uma destas viagens à negócios. Aquele ano estava cheio delas: eventos, reuniões e tudo aquilo que pode cansar qualquer um que não estiver preparado. Recentemente eu tinha acabado com um longo namoro e por isso me afoguei no trabalho sem fim, pois aquilo ocupava a minha mente e não me deixava pensar em outras coisas que poderiam afetar meu humor ou meu cotidiano. O destino era Manaus, um território que até então era totalmente desconhecido para mim.
Certa vez, quando arranjei uma folga no meu tempo, fui visitar um amigo em outro estado. Para onde eu ia não havia muitos conhecidos, mas eu tinha certeza de que ia me divertir bastante, com tantas coisas que íamos arranjar pra fazer. Não via meu amigo há muito tempo, e pelo que ele tinha me dito, morava em uma espécie de república, o que me interessou bastante pois muitas repúblicas que eu já tinha conhecido eram bastante “interessantes” no ponto de vista de pessoas e festas.