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10
DEZ
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Madelleine e suas “tias”

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Madelleine tinha já seus 19 anos, mas era tímida e retraída, comportava-se, e até aparentava, ter menos idade. Apenas olhando, davam-lhe no máximo 16. Muito caseira, prosseguia sua vida de estudos. Fazia cursinho para o vestibular, era o único lugar que frequentava, exceto pelas missas matinais do domingo. Quando se via em meio a pessoas desconhecidas, ficava se encolhendo, como se quisesse passar despercebida, ou fazer-se tão pequena que sumisse. Filha única de mãe solteira, estava sempre ao lado dela, quando não, sentia-se muito insegura. Ironicamente, desde criança, tinha o dom de usar suas mãos para massagear outras pessoas, livrá-las de dores e cansaços. Ao fazer isso, não pensava em quem estava tocando, focava-se no feito. Sua mãe propagava isso para as amigas com muito orgulho, e quase sempre apareciam “clientes” para aproveitar suas mãos mágicas. Isso lhe rendia alguns trocados e favores. Não tinha um preço fixo, recebia o que lhe fosse ofertado.

06
OUT
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Borboletas e Dragões

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Encontravam-se na sauna toda terça, no início da manhã. Não eram de conversar: chegavam no vestiário, guardavam seus pertences, enrolavam-se nas toalhas e seguiam para a sala de vapor. Ali passavam o tempo da sessão, uma ouvindo música, a outra lendo, não trocando mais do que um “bom dia” ou um movimento de cabeça.Lucia já estava com os seus trinta anos e sempre lia romances policiais. Flávia chegara aos vinte a pouco tempo, e sempre aparecia na sala enrolada na toalha e com os fones de ouvido.

Naquela manhã, nenhuma das duas trouxera nada. Cumprimentaram-se, como de costume, e sentaram-se uma de frente para a outra. A mais velha observava as unhas, enquanto a mais nova murmurava algumas de suas canções prediletas. Lucia então percebeu a pequena tatuagem em forma de borboleta que a jovem tinha no pescoço, e como o desenho parecia descer por dentro da toalha. A jovem sentiu-se observada e retribuiu o olhar. Lucia apontou para a imagem, explicando que a achou bonita; Flávia, por sua vez, se levantou e abriu a toalha, mostrando não apenas a bela imagem, como também o delicioso corpo que possuía.

11
JUN
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Ganhei um brinde na loja

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Me chamo Júlia, e numa época em que eu estava meio enrolada com relacionamentos, eis que resolvi comprar um vestido para mim mesma, para me dar de presente de aniversário. Passar nas lojas, ver e escolher vestidos é uma ótima terapia! E foi o que eu fiz em um final de tarde, dois dias antes do aniversário. Entrei na loja, comecei a olhar os vestidos… Alguns muito bonitos. Escolher era uma dúvida…

Eis que surge um vendedor para me atender. Quando olhei de primeira para ele, já o achei bem bonito, até quem sabe mais do que os vestidos que eu estava olhando na hora. Ele era moreno claro, alto (por volta de 1,80m), forte (com aqueles ombros largos). Desde o começo já percebi que ele chegou para me atender com uma certa malícia. Dava para perceber o sorriso encantador. Logo pensei que ele estava na profissão certa, vendendo… Hehehehe. Ele se ofereceu para me ajudar depois que eu falei que estava procurando um vestido para o aniversário. Separou alguns vestidos para eu provar…

02
ABR
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Confissões de uma casada: Gerente do trabalho

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Este conto que vou relatar para vocês aconteceu realmente comigo, por isso os nomes foram trocados para que algum possível conhecido não me identifique. Sou uma mulher de trinta anos, loira, olhos verdes, casada, com uma filha de 6 anos. Meu marido é uma pessoa muito generosa e trabalha muito, ele é engenheiro. Nosso casamento estava muito tranquilo, nosso sexo era calmo e carinhoso e para mim 30 minutos fazendo amor era o suficiente.

Após 6 anos de casada comecei a trabalhar em uma empresa multinacional como secretária e lá havia um gerente que chamou minha atenção assim que o vi, mas ele pareceu ignorar minha presença. Uma noite tivemos que ficar até tarde para terminarmos uns relatórios que deveriam ser entregues no dia seguinte, então Leonardo, esse era o nome dele, e eu começamos a conversar sobre assuntos variados. Ele também era casado e tinha uma vida tranquila ao lado da esposa, mas eu sentia que ele passou a me olhar diferente, seu olhar me penetrava e me deixava louca. Depois desta noite passamos a conversar mais e ficarmos mais intímos, eu sentia que o desejo era recíproco e qualquer toque era o suficiente para nos deixarmos excitados.

18
MAR
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Realizei meu sonho de consumo: Ménage à Trois

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Afonso e eu, apesar de nos completarmos na cama buscamos sempre uma novidade. E a nossa mais quente, foi convidar Rodrigo, o seu primo para compartilhar de nossas brincadeiras. Confesso que mesmo estando no maior tesão, por ser o recheio entre dois homens negros, encontrava-me um pouco apreensiva devido a fama dos homens negros. Como todos sabem sou muito branca! Mas parecendo uma vela!

02
MAR
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Professora de sexo anal

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Nicolas, este era o nome dele… Moreno, estatura mediana, mais ou menos seus vinte e cinco anos. Quando nos conhecemos, de cara não percebi logo o seu potencial de homem. Nos encontrávamos apenas no horário do almoço, tímido nem olhava para a minha cara! Na correria do dia-a-dia e com o stress de todo o momento estar verificando o horário… Era complicado.

Até que um dia, com um pouco mais de tempo, pude notar a fragrância de seu corpo… O perfume que usava naquele dia dava um toque especialem seu feromônio… cheiro de macho! Como toda mulher que sabe o que quer, não gosta de ser a caça e sim a predadora de seu macho.

24
FEV
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Traição, sem ser traição

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Essa história se passou há algum tempo. Mais ou menos uns dois anos. Eu tinha vinte anos e só havia tido um homem em minha vida. Depois de um rompimento forçado, fui obrigada a sair do campo e ir morar na cidade. Estava fazendo faculdade e dividia uma casinha com uma amiga. Havia na casa ao lado, um grupo de rapazes, que eram o tipo que toda mulher deseja (aquele tipo que não serve pra casar). Minha amiga que era muito simpática e extrovertida, foi a primeira a manter contato com a casa de Marte (era assim que apelidamos uma casa cheia de homens). Em domingo de futebol, aquilo ficava quente. Uma espécie de harém. Vez ou outra aparecia alguma namorada, mas mulher não era permitido ali.

09
JAN
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Em cima da mesa

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Férias e alguns dias fora de casa, com a família, é algo que não costuma ser muito comum, mas acontece. Não que seja de todo ruim, mas meu íntimo às vezes me pega desprevenida e me maltrata. Meu corpo, sem um companheiro, me deixa louca. As vezes é difícil controlar, mas realmente sou louca por sexo. E nessas horas de solidão, quando me dou conta, devaneio sobre cenas e desejos safados, e felizmente desta vez, mesmo longe do meu local comum, pude viver um desses meus pensamentos de luxúria.