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21
DEZ
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Ledo engano

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Fim de ano, um tanto de estresse com a quantidade de compromissos. Mas, as festas deste período não deixam por menos. De todas, essas são as melhores, é onde me jogo mais. Onde me liberto. Talvez para dar um break na correria, espantar os fantasmas e dar a cara à tapa com mais coragem no ano novo.

Recebi vários convites para o réveillon, e como meu espírito pedia, escolhi a provável mais louca de todas. Denis e Fábio davam as melhores e mais insanas festas. Geralmente com o público mais gay possível. E como eu estava solteira há bem pouco tempo, mas com uma mágoa de dar dó, resolvi curá-las com a primeira garota que encontrasse afim, ou garotas.

10
DEZ
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Madelleine e suas “tias”

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Madelleine tinha já seus 19 anos, mas era tímida e retraída, comportava-se, e até aparentava, ter menos idade. Apenas olhando, davam-lhe no máximo 16. Muito caseira, prosseguia sua vida de estudos. Fazia cursinho para o vestibular, era o único lugar que frequentava, exceto pelas missas matinais do domingo. Quando se via em meio a pessoas desconhecidas, ficava se encolhendo, como se quisesse passar despercebida, ou fazer-se tão pequena que sumisse. Filha única de mãe solteira, estava sempre ao lado dela, quando não, sentia-se muito insegura. Ironicamente, desde criança, tinha o dom de usar suas mãos para massagear outras pessoas, livrá-las de dores e cansaços. Ao fazer isso, não pensava em quem estava tocando, focava-se no feito. Sua mãe propagava isso para as amigas com muito orgulho, e quase sempre apareciam “clientes” para aproveitar suas mãos mágicas. Isso lhe rendia alguns trocados e favores. Não tinha um preço fixo, recebia o que lhe fosse ofertado.

06
OUT
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Borboletas e Dragões

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Encontravam-se na sauna toda terça, no início da manhã. Não eram de conversar: chegavam no vestiário, guardavam seus pertences, enrolavam-se nas toalhas e seguiam para a sala de vapor. Ali passavam o tempo da sessão, uma ouvindo música, a outra lendo, não trocando mais do que um “bom dia” ou um movimento de cabeça.Lucia já estava com os seus trinta anos e sempre lia romances policiais. Flávia chegara aos vinte a pouco tempo, e sempre aparecia na sala enrolada na toalha e com os fones de ouvido.

Naquela manhã, nenhuma das duas trouxera nada. Cumprimentaram-se, como de costume, e sentaram-se uma de frente para a outra. A mais velha observava as unhas, enquanto a mais nova murmurava algumas de suas canções prediletas. Lucia então percebeu a pequena tatuagem em forma de borboleta que a jovem tinha no pescoço, e como o desenho parecia descer por dentro da toalha. A jovem sentiu-se observada e retribuiu o olhar. Lucia apontou para a imagem, explicando que a achou bonita; Flávia, por sua vez, se levantou e abriu a toalha, mostrando não apenas a bela imagem, como também o delicioso corpo que possuía.

11
FEV
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Uma festa liberal

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No mundo de hoje, as pessoas continuam conservadoras no sexo. Enquanto a sociedade dita o que é tabu ou não, algumas pessoas tendem a ter mais curiosidade que as outras e acabam experimentando algo que para a cabeça da maioria, seria “intragável”. Essas pessoas que começam curiosas geralmente gostam do que fazem e mantém o hábito, conservando suas imagens em segredo. Uma roda não tão popular e bem seleta.

Esse conto fala sobre um casal dessas pessoas. Eles resolveram esquecer os tabus da sociedade e experimentar o que tinham vontade de fazer.